Quais as chances que tenho?

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Recebemos questionamentos sobre as probabilidades de êxito em cada situação individual. "Posso conseguir a divisão do imóvel?", "Quanto vai ser a pensão alimentícia?", "Corro risco de perder a guarda do meu filho?". Estas são algumas das perguntas mais comuns.

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Nenhum advogado de família pode prometer resultados ou assegurar vitória. Não é ele quem julga o processo litigioso. Isto cabe ao juiz da causa. Portanto, podem ser obtidas no máximo algumas respostas. Por exemplo: se as provas e fatos trazidos permitem uma comparação com suas experiências anteriores e os precedentes judiciais.

 

Entretanto, o ganho de um processo de divórcio, pensão alimentícia, guarda e demais de família não se resume a uma sentença procedente. Existem diversos objetivos que podem estar escondidos:

Primeiro, a pessoa quer ganhar tempo. Seja para não dividir o patrimônio, para que a pensão continue sendo paga, ou mesmo para usar o período dos meses para ilustrar uma conduta da outra parte.

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Segundo, o objetivo de amadurecer as condições para um acordo. Pois, no momento presente, ele está desfavorável. É necessário, então, que um dos pólos envolvidos se conscientize de que não possui determinado direito. Além disso, deve aceitar que a outra parte é merecedora de algo. Quando o momento se torna propício para o acordo, há vantagem para os dois lados. Não apenas no aspecto financeiro. Os benefícios podem ser de: tempo (antecipar ou postergar); qualidade de vida; retomada de um convívio que o tempo não irá devolver (ver os filhos crescerem, por exemplo).

Algumas coisas devem ser compreendidas quando se questionam as chances de ganhar algo na Justiça de Família. Por exemplo, que as partes têm grande autonomia para resolverem seus problemas. Contudo, ao conferirem o poder para um terceiro (juiz), estarão abdicando de sua liberdade de decidir. Dessa forma, a sentença pode não agradar.

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